REVIEW: 3X18 – ”The Law Of Sacrifice”

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Vamos ficar por dentro de tudo que rolou em Grimm no ultimo episódio da semana passada.

Tudo sobre um bebê.

Eu nem sei mais como elogiar Grimm. O episódio da semana passada foi sensacional, e The Law Of Sacrifice, que começa do exato ponto em que o anterior parou, foi ainda mais. O ritmo acelerado de acontecimentos se manteve, cheio de twists e momentos de tensão extremamente instigantes. Foi um episódio impossível de se pausar e difícil até de piscar. O melhor da temporada até o momento, sem dúvidas, e também um dos melhores da série nesses três anos.

Tenho que começar elogiando Sean. Sabemos que os personagens de Grimm são sempre desenvolvidos com calma e sutileza, mas Sean parecia estar um pouquinho apagado de uns tempos pra cá, tornando ainda mais surpreendente ver o personagem no seu auge nesse episódio. O personagem marcou presença em absolutamente todas as suas cenas. E não foi só ele: Adalind também alcançou um patamar mais alto na série. Elogio tanto a personagem quanto a intérprete. A cena de Adalind desesperada após descobrir que levaram sua filha, saindo da delegacia e destruindo tudo, foi sem dúvidas a melhor da personagem na série, e olha que estamos falando de uma personagem que já fez muita, muita coisa nessa série.

Agora temos um nome para a bebê mais importante do mundo: Diana. Engraçado pensar que o episódio todo girou ao redor de um bebê que possui apenas algumas semanas de vida. Adorei todo o desenvolvimento dessa trama do bebê que ficou passando de casa pra delegacia, de um pra outro, e no final acaba na segurança de Kelly. O plano envolvendo Nick, Sean, Kelly, Hank e Monroe para entregarem o bebê e depois o sequestrarem sem serem reconhecidos foi uma das coisas mais geniais que já vimos em Grimm. Tudo estava acontecendo de forma imprevisível, twist atrás de twist, e se a gente perdesse um detalhe, já não entendia mais nada. Isso sem falar de como encaixaram a prisão de Kelly, para que ela pudesse enrolar Adalind e explicar que às vezes, é preciso sacrificar aquilo se mais ama.

Mas voltando a falar de Sean, adorei logo de cara a tensão entre ele e Nick na primeira cena. A relação entre esses dois é muito bem construída, afinal, um não confia plenamente no outro, mas no final, trabalharem juntos sempre acaba sendo a melhor opção. Depois desse episódio, também dá para encaixar Adalind e Kelly nessa descrição. Aliás, tenho que admitir que fiquei com muita dó de Adalind. A relação de mãe e filha dela com Diana estava sendo tão bonita, para acabar com Diana sendo levada para longe dela, e ela nem saber para onde. Era a única maneira de manter todos os envolvidos em segurança, e é até estranho dizer que me emocionei com Adalind, mas de fato, foi muito triste para ela (não que ela não mereça).

Também gostei muito dos momentos entre Adalind e Sean. Foram todos bem intensos e importantes, até mesmo o diálogo hilário de “Você dormiu com o meu irmão” e “Você dormiu com a minha mãe”. Mesmo com toda a agitação, Grimm não deixou de lado o humor, até mesmo com Hank, que nunca tem graça nenhuma, mas dessa vez me fez rir quando estava achando que poderia ser pai da filha de Adalind, e Juliette praticamente dizendo o que Adalind é rodada. Rosalee e Juliette não tiveram muito espaço, mas estavam sempre se mostrando úteis e prestativas em todas as suas cenas. Aliás, a cena mais hilária do episódio foi a ligação de Nick com Kelly no carro, para Monroe e Rosalee. O “Your captain” deles em uníssono, me fez gargalhar demais. As grosserias gratuitas de Kelly para Rosalee também foram bem engraçadas.

O plot com Weston, o wesen agente do FBI trabalhando para os Verrat, ficou muito bem colocado e ajudou bastante para a ação e movimentação do episódio. Melhor ainda foi ver Sean, Kelly e Nick dando uma de trio imbatível e o confrontando. Esse plot serviu para introduzir Viktor e Ruspoli em Portland e cumpriu sua função muito bem. Ruspoli talvez poderia ser um personagem mais forte, se não fosse tão ofuscado por Viktor, porque esse sim, é um que vem crescendo e ganhando mais espaço a cada semana. Seus diálogos com qualquer um dos personagens são sempre carregados de tensão e expectativa. Gostei também de vê-lo, mesmo que por pouco tempo, em posse de Diana, enquanto essa fazia caveiras com o café.

Acredito que Kelly e Diana sumirão por um tempinho, provavelmente retornando na Finale. Depois desses dois episódios que deram a maior reviravolta na trama, acredito que semana que vem teremos a típica “calmaria antes da tempestade” acontecendo antes de chegarmos na Finale.

 

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